Centenas ou até milhares de sites da internet amanheceram offline nesta terça-feira (18) devido a uma falha no Cloudflare, um dos maiores serviços de distribuição de conteúdo em nuvem do mundo. A pane afetou inúmeros portais, páginas e serviços da web, incluindo o Downdetector, um importante monitor de atividade online.
O problema começou por volta das 08h50 (horário de Brasília), segundo o próprio Downdetector. Serviços populares como o X (antigo Twitter) e o ChatGPT também foram afetados pela instabilidade.
“A Cloudflare está enfrentando uma degradação interna de serviço. Alguns serviços podem ser afetados intermitentemente, e estamos focados em restaurá-los. Atualizaremos assim que conseguirmos solucionar o problema”, anunciou a Cloudflare às 08h48 desta terça (18).
O problema, no entanto, persistiu. Em pronunciamentos posteriores, a Cloudflare ressaltou que ainda investiga a causa da instabilidade. Dentre as tentativas de resolver o apagão, a empresa desativou o acesso WARP em Londres, que é um aplicativo de segurança de rede usado para proteger o tráfego da internet.
Problema no Cloudflare, que afetou grande parte da internet, tirou plataforma de votação do Game Awards do ar nesta terça-feira (18)
Se você acordou nesta terça-feira (18) com vontade de votar nos seus jogos favoritos no The Game Awards 2025, possivelmente enfrentou problemas no site oficial da premiação. Um dia após a revelação dos nomeados, a plataforma ficou fora do ar por causa de problemas na Cloudflare.
Enquanto algumas pessoas ainda conseguem abrir o site do TGA, outras são recepcionadas com uma tela de erro. Uma página dizendo para desbloquear o “challenges cloudflare” também aparece ocasionalmente para os afetados.
Em redes sociais como o Reddit, usuários reclamaram da instabilidade. O site já apresentava problemas ontem (17) após o anúncio dos nomeados, e acabou sendo afetado novamente hoje pela falha global.
Entenda a falha que derrubou o site do TGA
A falha do Cloudflare está afetando diversos sites e plataformas online, com o The Game Awards sendo apenas um dos afetados. O problema de infraestrutura online da Cloudflare, que começou na manhã desta terça (18), também derrubou a rede social X, serviços como Canva e até o ChatGPT.
O erro apresenta uma tela indicando que tanto o navegador do usuário quanto o site estão funcionando, mas o Cloudflare está apresentando erro.
Em alguns casos, a página diz para o usuário desbloquear o domínio “challenges cloudfare”, mas não existe nada para ser feito, pois trata-se de uma falha da empresa de infraestrutura online.
A Cloudflare já está ciente do problema e diz que mais atualizações serão liberadas em breve - confira mais detalhes aqui.
Votação ainda ocorre até dezembro
Apesar dos problemas durante as primeiras horas de votação do Game Awards, a premiação ainda tem um longo período para o público escolher seus jogos favoritos do ano. A premiação acontece no dia 11 de dezembro, garantindo bastante tempo para o site ficar ativo para os fãs.
Enquanto a plataforma não volta, você pode conferir a lista completa de indicados aqui no TecMundo! A nossa equipe do Voxel, inclusive, faz parte do comitê que escolhe os indicados e vencedores do prêmio, tanto nas categorias principais quanto no júri de acessibilidade.
O serviço de distribuição de conteúdo em nuvem Cloudflare registrou uma instabilidade nesta terça-feira (18). A queda acabou afetando vários sites e apps, casos do X (Twitter) e ChatGPT.
De acordo com o Down Detector, os problemas começaram por volta das 08h50 (horário de Brasília). O próprio Down Detector estava com problemas de acesso.
O X foi outra plataforma que não estava carregando corretamente. Ao tentar atualizar o feed, a mensagem “Ocorreu um erro. Tente recarregar a página" aparecia.
No caso do ChatGPT, a mensagem de erro pedia para que uma ferramenta do Cloudflare fosse desbloqueada.
Quando o acesso ao Down Detector foi estabelecido parcialmente, a página inicial do site mostrava que a AWS também estava com alta nas reclamações. Apesar disso, o serviço não foi afetado, segundo o site de status.
Outras aplicações como o site do The Game Awards e o Canva também registraram instabilidade possivelmente ligada ao serviço de nuvem.
Uma das principais mensagens de erro relacionadas a grande queda foi de “Challenges Cloudflare”. Tanto o Down Detector quanto o site do ChatGPT mostravam esses termos.
Segundo a página de documentos da Cloudflare, os “Challenges”, ou “desafios” em tradução para o português, são mecanismos de segurança usados para verificar se um visitante do site "é um humano real e não um bot ou script automatizado”.
O iOS 26.2 Beta 3 contém pistas de que será possível trocar a Siri por outro assistente virtual, mas só no Japão
A Apple pode estar prestes a flexibilizar um dos aspectos mais rígidos do iPhone: a impossibilidade de trocar a assistente virtual padrão. Um novo recurso encontrado no iOS 26.2 Beta 3 indica que o sistema finalmente permitirá substituir a Siri por outra assistente — mas, ao menos por enquanto, essa mudança deve ser limitada a regiões específicas.
Hoje, ao pressionar e segurar o botão lateral do iPhone, o usuário aciona exclusivamente a Siri. Diferentemente do Android, não existe uma forma oficial de configurar outro serviço de voz para essa função.
No código do iOS 26.2 Beta 3, foram encontradas strings que sugerem a chegada dessa flexibilidade.
A Apple permitirá escolher outro assistente de voz padrão no lugar da Siri. (Fonte: Apple/Divulgação)
Entre as linhas encontradas, estão mensagens como:
“Selecionar outro app padrão para o botão lateral”;
“%@ não está disponível para uso no botão lateral na sua região”.
O uso de “%@” — um especificador da linguagem Swift que serve como placeholder para nomes ou objetos — indica que diferentes assistentes poderão ser listadas como opções.
Esses trechos foram identificados nos frameworks privados da Siri, reforçando que a Apple trabalha internamente na inclusão do recurso. Porém, a novidade não será global.
Lançada no catálogo da Netflix no dia 13 de novembro, Até o Último Samurai é uma série que já encontrou muito sucesso com sua mistura de ficção e elementos do mundo real. Baseada no mangá de mesmo nome escrito por Shogo Imamura, ela acompanha um torneio que pode mudar para sempre a vida de um samurai sem mestre.
Até o momento, o streaming já produziu 6 episódios da trama, que acompanha 292 guerreiros lutando por um grande prêmio. Até mesmo por isso, a história não se conclui e deixa muito espaço para eventos futuros. Mas será que uma continuação já faz parte dos planos da empresa?
Enquanto a Netflix até o momento não renovou a série para uma segunda temporada, os bons números que ela registrou até o agora depõem a favor de seu futuro. E, ao menos se depender do criador e diretor Michito Fujii, a história já tem um plano para o futuro muito bem traçado.
Em uma entrevista ao ScreenRant, Fujii afirmou que deseja produzir de duas a três temporadas de Até o Último Samurai;
Ele também explicou que procura condensar a maior quantidade possível de conteúdo dentro de uma só temporada;
Isso porque, como uma nova temporada pode demorar dois a três anos para ser produzida, os fãs podem se esquecer do que aconteceu anteriormente;
“Se pudéssemos concluir toda a história com outra temporada, acredito que essa é a nossa missão”, declarou;
O mangá escrito por Shogo Imamura e ilustrado por Katsumi Tatsuzawa começou a ser publicado em 2022 e segue recebendo capítulos até hoje.
Dado que o material original de Até o Último Samurai ainda é escasso, até mesmo uma segunda temporada da série já deve se desviar dele. Até mesmo por isso, faz sentido o desejo de Fujii de continuar a adaptação, mas não a estender demais para não correr o risco de perder o fio que torna a trama tão interessante.
Conforme o ator e produtor Junichi Okada explicou à Netflix Tudum, o objetivo de Até o Último Samurai é trazer uma visão diferente sobre os filmes de época japoneses. Junto com o diretor Fujii, ele criou uma trama que, se atrai o público do Japão, também traz uma estética que garante à obra um apelo global.
Até o Último Samurai brinca com os filmes de época japoneses. Imagem: Divulgação/Netflix
A história da série começa em 1878, 10 anos após o que considera como o fim da era dos samurais. Apesar de muitos guerreiros manterem suas armas e ensinamentos, eles perderam suas posições sociais e sofrem para se adaptar a uma época na qual o talento militar perdeu valor.
Tirando proveito disso, é criado o torneio Kodoku, do qual participam 292 lutadores que se reúnem na cidade de Tóquio — e somente um deles vai sobreviver. Embora a produção do streaming se desvie do material original, suas adaptações e mudanças foram feitas com aprovação total do autor Imamura.